Presos há 32 dias no Paraguai, onde são acusados de terem usado passaportes falsos para entrar no país, Ronaldinho Gaúcho e seu irmão e empresário, Assis, serão transferidos para o regime de prisão domiciliar, mas não poderão voltar ao Brasil.

Nesta terça-feira (7), em audiência no Palácio da Justiça de Assunção, o juiz criminal de garantias Gustavo Amarilla aceitou que os irmãos paguem uma fiança de US$ 1,6 milhão para deixar o Grupamento Especializado da Polícia Nacional, onde estão presos.

Agora, os dois ficarão sob vigilância policial no Hotel Palmaroga, um edifício construído no início do século XX, no centro histórico de Assunção.

O hotel, cotado como quatro estrelas pelas publicações especializadas, possui 107 quartos, com diária média no valor de 64 dólares. O local fica a 3,3 km da cadeia onde Ronaldinho e Assis passaram os últimos 32 dias.

*Com informações da Agência EFE